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Mais uma perda
Morre o músico Zé Rodrix, aos 61 anos, em São Paulo O cantor e compositor Zé Rodrix, 61, morreu na madrugada desta sexta-feira (22), em São Paulo. O músico deixa mulher, seis filhos e dois netos. Veja imagens da carreira de Zé Rodrix Saiba mais sobre a carreira de Zé Rodrix Ouça sucessos do cantor e compositor | Drika Bourquim/Divulgação | 
| Zé Rodrix ganhou destaque na música durante a década de 70 ao lado de Sá e Guarabyra |
De acordo com informações do "Bom Dia São Paulo", o músico se sentiu mal e foi levado às pressas ao Hospital das Clínicas, onde morreu. A assessoria de imprensa do hospital afirma que o músico deu entrada às 0h30 e morreu às 0h45. A causa da morte ainda não foi informada. Rodrix, cujo nome de batismo é José Rodrigues Trindade, apareceu para o grande público em 1967, em um festival da Record. Sua carreira ganhou destaque nos anos 70, quando trabalhou com o grupo Som Imaginário --banda criada para acompanhar uma turnê de Milton Nascimento-- e ao lado dos músicos Sá e Guarabyra. O trio se transformou em ícone do chamado "rock rural". Entre as canções mais famosas de Zé Rodrix estão "Casa no Campo", famosa na voz de Elis Regina, "Mestre Jonas" e "Soy Latino Americano". Nas décadas de 80 e 90, Rodrix abandonou a carreira musical para se dedicar à publicidade. Em 2001, voltou a se reunir com os companheiros Sá e Guarabira para uma apresentação do "Rock in Rio". No mesmo ano, o trio lançou um DVD ao vivo, reunindo seus maiores sucessos: "Sá, Rodrix & Guarabyra: Outra Vez Na Estrada - Ao Vivo". |
Escrito por Sóstenes Lima às 10h40
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Vida de artista de volta
Queridos amigos É com muita alegria que comunico a estréia do programa Vida de Artista na TV Educativa (ver imagem), no dia 29 de maio, às 22 horas. Depois da estréia, temos encontro marcado sempre às sextas-feiras, com reprise aos sábados, domingos e quartas-feiras. Quero dividir esse momento com vocês que sempre prestigiaram o programa na rádio (que vai voltar em breve). Sua companhia vai me deixar super feliz! É a nossa arte em foco!!! Obrigada e um beijo grande com meu carinho Gal Monteiro
Escrito por Sóstenes Lima às 09h33
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Texto do Mácleim

Pão e Circo Não me peçam para fazer com os outros o que eu não gostaria que fizessem comigo Qual o significado da palavra galera? Pelo Aurélio, o do dicionário, galera significa; 1-Antigo navio à vela, de três mastros. 2- Carroça para transportar bombeiros, em serviço de incêndio. Significa também, gíria brasileira: 1-Torcida. 2- Turma. E qual seria a etimologia dessa palavra? Uma das origens está nas galés. Galé era uma antiga embarcação de guerra, longa e estreita, impelida por grandes remos. Mas, a quem cabia manipular os tais remos? Bem, cabia a uma “turma” de prisioneiros que havia cometido crimes pesados, cuja pena era o trabalho forçado, condenados a remar em galé, acorrentados aos pés, sob o açoite de chibatas. Obviamente, subjugados a um comando que os fazia agir de forma coordenada, repetitiva, submissa e obediente. Qualquer semelhança com o carnaval baiano é mera coincidência. É Claro que você pode até questionar: “pôrra meu”, pra que essa história toda com a galera? Se o fizer, admitamos: foi contaminado(a). Não pelo vírus da moda atual, mas pelo Faustão do Domingão, Domingão do Faustão, ou coisa que o valha. Galera e Pôrra meu! São termos com os quais o apresentador Fausto Silva se dirige ao público e a audiência do ‘seu’ programa. Tudo bem, há quem goste e não esteja nem aí para o viés aqui posto. Mas, por favor, sem qualquer arrogância, prefiro preservar minha consciência crítica. Pois bem, de tanto receber solicitações e apelos para votar em alguns bem-intencionados artistas de Alagoas, que enviaram vídeos para o quadro “Garagem do Faustão”, fui conferir do que se tratava. Detesto prejulgar as coisas. Mas também detesto, por livre arbítrio, me perceber um idiota perdendo tempo. Bingo; não deu outra. Era mesmo surreal esperar algo diferente daquela domingueira estrutura mediocrisante. Encontrar ali alguma coisa que fosse além da realidade criada para estimular, semanalmente, o empobrecimento cultural e o desintelecto do incauto telespectador brasileiro seria utópico, pelo caldo ralo da televisão comercial brasileira. O que vi foi a música – para um olhar desatento, música brasileira - ser ridicularizada; de modo caricatural, onde poodle e homem se harmonizavam pela ‘qualidade’ do que exibam.Tudo, sob as gargalhadas do apresentador e exclamações de: pôrra meu! Nada ali foi capaz de abalar minha convicção de que não haveria mesmo qualquer lógica em supor que, a música, como expressão artística e estética, teria espaço sob o crivo pernicioso dos mentores do tal programa. Pelo que eu conheço da produção musical de um dos músicos alagoano, que sucumbiu aos apelos midiáticos - suponho que com absoluta boa-fé –, mandou um vídeo e fez circular pedidos de apoio pela internet, percebe-se que a produção do tal programa, se quisesse, se tivesse o propósito de apresentar um outro panorama da realidade musical brasileira, poderia contribuir e muito para uma significativa mudança de rumos. Bastaria privilegiar músicas e artistas com conteúdo harmônico, melódico e estético. Afinal, para a grande maioria dos brasileiros, sucesso ainda é aparecer no Domingão do Faustão. Porém, a impressão que o quadro Garagem do Faustão consegue passar é de que o que se produz musicalmente no Brasil é apenas aquilo selecionado e apresentado por eles. Qualquer um - estrangeiro ou brasileiro - que tenha parâmetros musicais, assistindo a tamanha exibição de mediocridade, percebe o quanto é pernicioso, mal intencionado e nem de longe traduz o país admirado e respeitado, mundialmente, pela musica que produz. Mas, enfim, pão e circo para quem é de pão e circo. Portanto, encarecidamente, suplico aos que solicitaram meu voto: não me peçam mais para votar em ninguém. Não me peçam para fazer com os outros o que eu não gostaria que fizessem comigo. www.macleim.com.brwww.myspace.com/macleim
Escrito por Sóstenes Lima às 08h14
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Uma boa notícia

Aval para Espaço Cultural do BNB, no Jaraguá, inaugura novo momento cultural para AlagoasSecretário de Estado da Cultura diz que parceria do banco com Governo de Alagoas vai reforçar ações conjuntas de incentivo à cultura | Categoria | |
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| Quando | 06/05/2009 11:26 06/05/2009 11:26 06/05/2009 de 11:26 até 11:26 |
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Graça Carvalho O sinal verde para instalação de um espaço cultural do Banco do Nordeste, em Alagoas, nos moldes dos que a instituição já dispõe no Ceará e na Paraíba, animou o secretário de Estado da Cultura, Osvaldo Viégas. Para ele, a disposição do governador Teotônio Vilela Filho de ceder o espaço, em comodato, inaugura um novo momento cultural para Alagoas. “Além de ganhar mais um espaço cultural, Alagoas passará ser incluído no circuito dos programas que o BNB executa, juntamente com parceiros importantes em todo o país, nas artes visuais, teatro, dança e projetos ligados ao incentivo à leitura e formação de público”, ressaltou Viégas. O secretário de Cultura aposta no sucesso da reunião do governador com presidente do BNB, Roberto Smith, na próxima semana, quando vão ser ajustados os detalhes da cessão do imóvel, aprovado como local adequado pelo Estudo de Viabilidade Arquitetônica, apresentado ontem pelo arquiteto José Capelo Filho, consultor do BNB.
A proximidade do imóvel - localizado na Rua Melo Povoas, no Jaraguá – com o Centro Cultural e de Exposições de Maceió, na avaliação de Viégas, é outro ponto positivo para a instalação do Centro Cultural do BNB. “A localização do novo espaço cultural, bem próxima ao Centro de Convenções vai reforçar a captação de público para eventos e estreitar ainda mais a parceria do BNB com o Governo do Estado, na promoção de uma série de atividades culturais”, ressalta Viégas. Estimado em R$ 5 milhões, o projeto deve garantir a reforma e readaptação do imóvel, que vai contar com espaços para artes visuais, teatro (ambientes internos e externos), dança e uma biblioteca, com capacidade para 30 mil volumes, além de local para instalação de um telecentro. Governador aprova projeto do Centro Cultural Banco do Nordeste
Escrito por Sóstenes Lima às 08h27
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Você, músico, compositor, técnico, produtor, ou engajado em alguma atividade relacionada com o mercado musical, venha participar do encontro com o músico e ativista cultural Makely Ka, diretor da COMUM (Cooperativa da Música de Minas). Na ocasião iniciaremos o processo de criação da COMUSA (Cooperativa dos Músicos de Alagoas), que congregará profissionais da área musical e os representará juridicamente, em suas prestações de serviços e criações de produtos musicais. Democraticamente, a COMUSA possibilitará a divulgação e difusão do trabalho de todos os seus membros, representando-os em feiras e rodadas de negócios, estabelecendo, firmando parcerias e convênios, no âmbito municipal, estadual, federal e internacional. Compareça no dia 11 de maio, às 19h30min, no SEBRAE. Uma iniciativa do Fórum Permanente de Música de Alagoas, com apoio do SEBRAE-Alagoas e da Fundação Municipal de Ação Cultural de Maceió. Informações: (82) 9981-8464 / 9905-5506
Escrito por Sóstenes Lima às 20h23
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